Blogue da Escola Básica de Coucinheira. Para dar uma espreitadela ao que por cá fazemos e perceber por que razão gostamos tanto da nossa escola!

10
Jan 12

     O professora da turma de 3.º e 4.º anos, durante uns momentos, virou feiticeira!... Espalhou uns pozinhos de perlim-pim-pim sobre os alunos e eles transformaram-se em vários objetos durante um dia...

     Bem... Foi só a fingir!... Na verdade, os alunos só imaginaram, se isso acontecesse, como seriam aquelas 24 horas e escreveram um texto a descrevê-lo.

     Cliquem em "Ler textos" e deem uma olhadela ao que eles imaginaram e escreveram.

 

Se eu fosse uma P.S.P. durante um dia

     Um dia, a minha professora com a sua varinha mágica transformou-me numa P.S.P. e houve um menino que me encontrou e ficou comigo e disse:

     - Sempre quis ter uma P.S.P.!

     Descobri o nome dele: ele chamava-se João Miguel. Era bem comportado, não era rebelde e era muito esperto. Quando ele estava a jogar um jogo próprio para mim, quando carregava nos botões, parecia que estava a partir os meus braços todos…

     Ah! Ainda não expliquei como sou. Sou azul, tenho vários botões e média.

     Nesse mesmo dia aconteceu uma coisa estranha: o João Miguel aproximou-se de mim e eu adormeci ferrado, como uma pedra. Quando acordei, ouvi outro menino a brincar com o João Miguel e também descobri o nome dele: era João Pedro, o melhor amigo do meu dono. Mas quando olhei para trás, vi uma ficha ligada a mim. De repente, percebi porque estava ligado à ficha: era porque estava a carregar. E também percebi por que é que estava a dormir ferrado: porque me tinham tirado a bateria.

     E assim foi um dia fantástico!

                Pedro (3.º ano)

 

Se eu fosse um lápis durante um dia

     Olá amigos! Agora não sou o André, sou um lápis. Eu vou contar-vos o que aconteceu:

     O tal André estava nas aulas a ouvir a professora mágica. Ela foi buscar a varinha mágica e transformou-me num lápis. E foi assim que aconteceu.

     E querem saber onde eu vivo? Eu vivo dentro de uma casa desenhada. Fui eu que a fiz numa folha de papel.

     Ah, já me tinha esquecido… Também faço camas desenhadas para dormir.

     Estava cansado, e fui deitar-me na cama.

     Ouvi a ladrar pela janela e fui lá ver. Eram cães-rafeiros de borracha. Eles começaram a apagar a casa.

     De repente caí e saiu-me o bico. Chegou o super-afiadeira, que me afiou e eu fiquei feliz e comecei a ser super-herói, porque disparava bicos e desenhava. 

                André (4.º ano)

 

Se eu fosse um telemóvel tátil por um dia

     Se eu fosse um telemóvel tátil, estava farta de receber e enviar mensagens.

     A minha dona seria a minha professora Benilde. Eu viveria na sua mesinha de cabeceira.

     Um dia, quando a minha dona estava para ligar à sua amiga, viu que eu estava sem bateria e pôs-me a carregar. Fazia muitas cócegas! Depois, a minha dona levou-me para a sua escola. Foi muito divertido!

     À meia-noite tudo voltou ao normal.

               Maísa (3.º ano)

 

Se eu fosse uma mochila durante um dia

     Num dia lindo de Sol, a nossa professora enfeitiçou-me e eu transformei-me numa mochila e fui para outro lugar.

     Fui recolhida por uma menina chamada Inês, que vivia numa casa de dança.

     Eu ia com a minha dona para a escola dela. A professora mandou a Inês tirar os livros da mochila e disse-lhe:

     - Passaste de ano!

     E a mim disse:

     - És uma boa mochila!

     Passadas vinte e quatro horas, eu voltei ao normal e fiquei feliz!

                Eduarda (3.º ano)

 

Se eu fosse um lápis durante um dia

     Era uma vez um menino chamado Alexandre. Ele foi enfeitiçado.

     Havia um homem que tinha um sobrinho chamado Miguel. Ele tinha um lápis que era o Alexandre.

     Ele partia sempre os lápis quando escrevia e um dia partiu-o.

     No dia 2 de abril foi ao hospital D.M.E. (Hospital de Materiais de Escrita).

     Eles, os médicos, eram canetas e ele ficou internado durante três horas. Na primeira colaram o carvão, na segunda puseram uma ligadura e na terceira ficou de repouso.

     Quando chegou a casa, o Miguel tinha uns lápis inquebráveis. Ele olhou para o lápis e disse:

     - Não te quero mais! Tu és quebrável, mas estes lápis não! – e dito isto atirou-o ao lixo.

     Ele, triste foi ter com os lápis novos.

     - Eu não vos quero aqui, quero viver com o meu dono...

     - Está bem, temos outros donos para nos adotar…

     No fim desse dia, voltou tudo ao normal.

                Alexandre (4.º ano)

 

Se eu fosse um telemóvel durante um dia

     Se eu fosse um telemóvel touch durante um dia, seria bom porque gostava de ser um preto.

     Começaria assim num dia de calor, estava na mala da minha dona Margarida. No canto de mim estava um Little Pet Shop muito pequenino. Era um gatinho preto e também muito bonito. A minha dona estava sempre a mexer-me porque tinham acabado de me ir buscar à Worten.

     Que bonita história, mas agora tenho de fechar a porta.

               Margarida (3.º ano)

 

Se eu fosse uma bola durante um dia

     Se eu fosse uma bola estava num saco com as outras.

     Um homem chamado Roberto, o treinador do clube Os Craques, arrastou o saco para o campo e eu foi a rolar dentro dele.

     Quando chegámos, às 07:20 da manhã, já estava toda a equipa no campo e começámos a treinar para o jogo às 20:15 contra Os Diabos.

     O primeiro remate foi do Filipe, que me mandou à trave da baliza. O segundo foi do Fábio, que me atirou com força por baixo das pernas do guarda-redes. O terceiro foi do Nuno, que me mandou ao lado e acabou o treino.

     O Roberto, o meu dono, pôs-me no saco e pôs o saco no carro e fomos para casa.

     Às 20:00, o Roberto pegou no saco e foi para o campo.

     Quando chegaram as 20:15, a equipa foi para o campo. O Nuno falhou um golo de baliza aberta e a equipa ficou zangada. O Fábio e o Filipe chutaram-me num remate duplo e marcaram.

     O Roberto, com tanta felicidade, pôs-me no armário das bolas.

     Na manhã seguinte, já não estava lá, porque o poder tinha acabado.

                Fábio (3.º ano)

 

Se eu fosse uma Nintendo durante um dia

     Se eu fosse uma Nintendo, quando algum menino estivesse a jogar eu ajudava-o para ele ganhar!

     Quando fosse para tirar uma foto, eu ajudava o menino a tirá-la muito bonita!

     Mas quando algum menino me batesse por causa de perder, eu nunca mais o deixaria tocar -me, pois ele tinha sido muito mau para mim.

     Quando uma menina estivesse a jogar “Littlest Pet Shop” no jogo da moda eu afirmava:

     - Que lindo chapéu, que óculos fixes, bela coleira!

     Quando um menino estivesse a jogar “Mario” eu afirmava:

     - Ei, Mario, ganhaste! Bela vitória! Jogaste muito bem!

     Quando jogassem “My Baby 3” eu dizia:

     - A tua bebé está a desenvolver-se bem. Está disponível uma nova lição na sessão aprender.

     E assim terminava o dia de eu ser Nintendo!

     Vitória, vitória, acabou-se a história!

                 Eva (3.º ano)

 

Se eu fosse um tablet durante um dia

     Era uma vez um menino chamado Nuno que se transformou num tablet.

     Nesse dia, uma menina encontrou-o e perguntou à mãe se podia ficar com ele a mãe disse:

     - É claro. O que é achado não é roubado!

     - Fixe! - disse a menina toda animada.

     Ela cuidou muito dele. Jogou muito todo o dia, telefonou e descobriu as aplicações todas.

     À noite, quando foi para a cama, ouviu um estranho e perguntou:

     - Quem está aí?

     O Nuno apareceu e disse:

     - Como te chamas?

     - Eu chamo-me Eduarda. E tu? - disse a menina.

     - Eu chamo-me Nuno. Eu era o tablet. A minha professora transformou-me com pó mágico.

     - Que fixe! - disse a Eduarda.

     O Nuno foi-se embora e disse:

     - Este dia foi o melhor da minha vida. Iupi!

     Ele nunca mais se esqueceu da Eduarda e ela nunca mais se esqueceu do Nuno e viveram felizes para sempre!

                Nuno (3.º ano)

 

Se eu fosse um ipad durante um dia

     Era uma vez um ipad que se chamava Tomás. Os donos dele eram a Mariana, o Carlos e a Marlene.

     Ele tinha grande dor no corpo, porque os donos não paravam de jogar com ele e estavam sempre a tocar-lhe.

     Ele estava numa casa e essa mesma casa era onde ele vivia.

     Era dia 5 de janeiro de 2012 e ainda só lá estava há cinco horas, mas já estava a enervar-se. E então como é que ia ficar durante 19 horas?…

     Ele tentou acalmar-se, mas de repente ouviu um grito e até caiu no chão porque apanhou um susto.

     O cão dos donos apanhou o ipad e levou-o para a casota. O cão esteve a brincar com ele, mas sem o aleijar.

     O ipad percebeu que o cão era o seu melhor amigo e eles ficaram felizes durante algum tempo! 

                Tomás (4.º ano)

 

Se eu fosse uma PSP durante um dia

     Se eu fosse uma PSP durante um dia, o meu dono era o Filipe e viveria numa casa com os pais e a irmã do meu dono.

     De manhã, ele jogava “PES2010”, “Naruto”, “Ipad”, etc. Ele brincava muito comigo e nunca me estragava.

     Eu era preta com uma bola pequena e essa bola estava nas minhas costas.

     À tarde, ele deixava-me na secretária dele ao pé de uns livros de Língua Portuguesa.

     Eu tinha uma amiga que era a PSP da irmã do meu dono, que era cor-de-rosa com brilhantes. Eu gostava dela, ela era simpática!

     Passado algum tempo, o Filipe foi buscar-me e foi jogar. Quando ele estava a jogar, eu reparei que nas minhas costas o CD estava a rodar muito rápido. Passados vinte minutos, ele desligou-me e o meu ecrã ficou preto.

     Ele carregou-me com um carregador e parecia que eu estava a ganhar energia, muita energia. Passou algum tempo até que o meu dono tirou a bateria da ficha e continuou a jogar.

     À noite, o Filipe só queria jogar.

     Depois ele desligou-me e eu acabei por adormecer.

     E no dia seguinte tornei-me outra vez pessoa.

                Jacinta (3.º ano)

 

Se eu fosse uma P.S.P. durante um dia

     Se eu fosse uma P.S.P. durante um dia, procurava um dono para jogar em mim.

     Um dia, depois de eu estar na Worten, os homens e mulheres estavam sempre a mudar-me de sítio, porque estavam sempre a chegar mais jogos.

     Um pouco depois da loja ter aberto, um menino muito esperto perguntou:

     - Podes comprar-me a P.S.P.?

     E a mãe respondeu:

     - Posso comprar-te esta P.S.P. quando fizermos as compras todas.

     - Está bem. – respondeu o menino.

     O menino foi-se embora e eu estava desesperado para ficar com ele. Depois de fazerem as compras, a mãe do menino foi-lhe comprar a P.S.P..

     Depois da P.S.P. ser comprada, o menino estava sempre a jogar, jogar até que se estragou. Então o menino foi trocá-la e assim sentiu-se muito, muito, muito, muito feliz!

               Diogo João (3.º ano)

 

Se eu fosse um lápis durante um dia

     O meu dono era o Filipe e eu vivia num prédio.

     Eu começava o meu dia na bolsa dele, dentro de uma mochila.

     Eu primeiro tive que fazer uma grande viagem até chegar à escola. Depois, o Filipe escreveu comigo e pousou-me na mesa.

     Passado algum tempo, agarrou-me e fez alguns trabalhos e depois voltou a pousar-me novamente na mesa e estive muito tempo pousado porque o Filipe tinha ido almoçar.

     Quando o Filipe chegou à escola, a professora mandou-o fazer um texto, mas quando o Filipe estava escrever, a minha cabeça partiu-se e o Filipe teve que afiar a minha cabeça.

     Depois, a professora saiu da sala e um menino atirou-me pelos ares. O Filipe teve que se levantar para me ir apanhar.

     Logo a seguir, o mesmo menino agarrou-me e partiu-me a meio e o Filipe disse à professora e o menino ficou triste porque a professora lhe tinha ralhado.

               Filipe (3.º ano)

 

Se eu fosse uma Wii durante um dia

     Se eu fosse uma Wii durante um dia, o meu dono iria chamar-se Megamax. Ele tinha 22 anos e o jogo preferido dele era o de futebol. Ele jogava todos os diasesse jogo, sabem porquê? Porque ele só tinha esse jogo e não tinha dinheiro, ele vivia sozinho.

     Ele estava muito triste por um lado e pelo outro estava muito feliz, porque podia jogar Wii quando quisesse.

     Um dia, o rapaz jogou tanto que a Wii se estragou e ele ficou muito triste, mas ele pensou, pensou, pensou e teve uma ideia: ir à Worten. Ele foi lá e o senhor disse:

     - Isto fica arranjado amanhã à tarde.

     - Está bem! - Disse o rapaz, contente.

     No dia seguinte, o rapaz foi  buscar a Wii. Ele chegou a casa muito tarde e foi logo para a cama dormir.

     Passada uma hora ele jogou e jogou.

     Passado algum tempo o rapaz já estava mais velho e começou a jogar menos.

     Passadas dez horas, ele já era mais velho

     Ele já estava tão velho que deu a Wii a outro menino.

                Martim (4.º ano)

 

Se eu fosse um lápis durante um dia

      Se durante um dia eu me pudesse transformar, eu gostaria de ser um lápis de carvão.

      Eu gostaria de pertencer à professora Benilde, porque ela é muito cuidadosa com os materiais escolares. Eu iria durar muito tempo porque ela não me andava sempre a afiar, ela só me afiava quando o meu bico estivesse quase gasto.

      Eu gostaria de viver no tempo presente, porque nos tempos de hoje os lápis servem para muitas coisas como por exemplo: fazer ditados, cópias, desenhos, problemas, contas, cartas, textos, pinturas, cartazes, tabelas, etc.

      Os cadernos e os livros da minha dona estariam sempre muito limpinhos porque ela não os sujava e quando ela se engasse, apagava com cuidado e voltava a escrever corretamente.

      Podia acontecer que um dia eu acabasse pequeno e ela não me podia afiar mais. Mas eu estaria muito feliz, porque a minha dona tinha escrito muitas coisas e tinha aprendido muito com o que eu escrevi.

      Esse dia terminaria fantástico. No fim do dia, a minha dona arrumava-me na sua bolsa junto com os outros lápis.

                Micael e Catarina (3.º ano) – realizado no Apoio Educativo

 

Se eu fosse um telemóvel durante um dia

      Se eu fosse um telemóvel, eu teria um dono que era um senhor que se chamava João e vivia na Coucinheira.

      Um dia, ele foi à casa de banho fazer as suas necessidades e quando puxou o autoclismo eu caí para lá e fui ter aos esgotos. Lá, vi maçãs, latas de sumo, ratos e aranhas. A água era verde e também estava lá sangue, um tablet e vidro.

      Mais à frente, havia uma cascata e eu fui parar a um celeiro. Fiquei parado para que nenhum animal me tocasse, mas um cavalo, uma vitela e um carneiro fizeram necessidades para cima de mim.

     O João era agricultor. Ele viu-me, agarrou-me e limpou-me e disse:

     - Aqui estás tu!

     E eu disse:

     - Pois estou!

     Depois ele foi contar à mulher e ela ficou surpreendida.

     Como eles tinham um filho de 20 anos o agricultor deu-me ao filho, que disse:

     - Iupi! Ainda bem que tu me deste um telemóvel!

     Às sete horas da tarde, o filho foi passear o cão que se chamava Fouque. Ele encontrou um computador novinho e deu o telemóvel ao pai.

                 Tiago Rosa (4.º ano)

 

Se eu fosse uma Playstation Move durante um dia

     Se eu fosse uma Playstation Move, o meu dono era o Urien. Ele teve de me ligar à televisão e pôs o jogo dentro de mim que se chamava Ipad jogos. Ele tinha o comando da Playstation Move e disse:

     - Vou jogar ao apanhar as joaninhas.

     Eu disse:

     - Vais jogar ao deixar as abelhas para ir à colmeia. Agora para a seguinte ronda onde tens que partir os diamantes.

     Depois disse:

     - Completaste a ronda. Agora vamos a algumas perguntas: qual foi o primeiro rei de Portugal?

     - D. Afonso Henriques. – respondeu ele.

     - Certo. – disse eu.

     - Quem mandou construir o pinhal de Leiria?

     - D. Dinis.

     - Certo.

     - Em que mês nasceu Jesus?

     - Dezembro.

     - Certo.

     - Ganhaste! – disse eu.

     Quando eu disse que ele tinha ganho, avariei.

     O Urien deu-me um muro e a Playstation Move deixou de funcionar…

                 Diogo Domingues (3.º ano)

 

Se eu fosse uma P.S.P. durante um dia

     Eu estava numa loja e um menino bonito comprou-me.

     Duas horas depois, o rapaz usou-me e jogou o “FIFA doze”. Depois, o rapaz foi almoçar.

     Eu tentei sair daquela casa, mas estava na ponta da cama e de repente o rapaz saltou para a cama e eu cai para o chão e parti o ecrã.

     Três horas depois, eu estava a ser arranjado: tiraram-me o ecrã e puseram-me outro mais difícil de se partir. Quatro horas depois cheguei a casa do rapaz e nunca mais cai da cama a baixo.

                Tiago Gil (3.º ano)

publicado por ebcoucinheira às 10:56
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